Somos uma iniciativa que insere identidades trans não binarias de periferia, no meio artístico audiovisual através da fotografia urbana.
A Rede Transmascria surge em um contexto marcado pela exclusão sistemática de corpos favelados e dissidentes de gênero dos espaços de formação, produção e circulação no audiovisual e em outras linguagens artísticas. Historicamente, esses corpos têm seus acessos negados, suas narrativas silenciadas e suas produções deslegitimadoras, o que aprofunda desigualdades sociais, culturais e simbólicas.
Diante desse cenário, o projeto é uma estratégia de enfrentamento às barreiras estruturais que limitam a presença de pessoas transmasculinas nos campos da arte e da cultura. Ao promover a inserção, valorização e visibilidade de identidades e trabalhos transmasculinos, especialmente de territórios periféricos, a iniciativa contribui para a democratização do acesso à produção cultural e para a ampliação da diversidade de narrativas no campo artístico.
Somos uma iniciativa que insere identidades trans não binarias de periferia, no meio artístico audiovisual através da fotografia urbana.